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CRECI nº 190.96
5ª Região
Arquivo de Fazendas MAPITOBA
Noticias sobre a Região
Produtores de soja do Tocantins estão otimistas com o início da colheita; Pedro Afonso - TO
http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-rural/v/produtores-de-soja-do-tocantins-estao-otimistas-com-o-inicio-da-colheita/2418568/
TOCANTINS A NOVA FRONTEIRA!
Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins
PECUARIA NO TOCANTINS
http://www.ecosdotocantins.com.br/noticia.php?l=d7069a29ae2ad43784fd747a8b206370
Frabrica Braxcel Celulose em Peixe - TO
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,braxcel-celulose-projeta-fabrica-de-r-41-bilhoes-no-tocantins-,852235,0.htm
PROJETO DE IRRIGAÇÃO MANUEL ALVES - DIANÓPOLIS-TO
http://seagro.to.gov.br/noticia.php?id=3070
http://conexaoto.com.br/2008/03/11/lula-e-marcelo-ressaltam-parceria-na-inauguracao-do-manuel-alves
REGIÃO DA GARGANTA - DIANÓPOLIS-TO
http://seagro.to.gov.br/noticia.php?id=2932
PROJETO TAMBORÁ E PROJETO PIRACEMA - ALMAS-TO
http://conexaoto.com.br/2011/12/27/piscicultura-tocantinense-movimentou-r-150-milhoes-em-2011
http://secom.to.gov.br/noticia/2004/6/3/peixe-tocantinense-conquista-novos-mercados/
http://secom.to.gov.br/noticia/2003/7/18/frigorifico-de-pescados-e-inaugurado-em-almas/
http://www.ecosdotocantins.com.br/noticia.php?l=28ad1291e0ddd8894a842cf6860b8626
http://conexaoto.com.br/2012/10/26/cidade-de-almas-sedia-primeira-festa-do-peixe-do-estado
FERROVIA OESTE LESTE - CONCEIÇÃO-TO
http://www.valec.gov.br/FerroviasFiol.php
MINERAÇÃO RIO NOVO - ALMAS-TO
GMR FLORESTAL - CONCEIÇÃO-TO
http://www.gmrflorestal.com.br/
http://www.painelflorestal.com.br/noticias/brasil/florestal-itaquari-recebe-licenca-ambiental-no-to
FOSFATO / CANA DE ACUÇAR E ETC - TAGUATINGA-TO / ARRAIS-TO / CAMPOS BOLES
http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?pag=old&idN=37147
USINAS DE CALCÁRIO - NATIVIDADE-TO, DIANÓPOLIS-TO, RIO DA CONCEIÇÃO-TO, NOVO JARDIM-TO E TAGUATINGA-TO
http://www.jdemito.com.br - NATICAL - NATIVIDADE-TO
Calcário Dianópolis Ltda Diacal - DIANÓPOLIS-TO
Calta Calcário Taguatinga - TAGUATINGA-TO
Sarp Mineração Ltda - NOVO JARDIM-TO E DIANÓPOLIS-TO
Nativa Mineração - NATIVIDADE-TO
Fujita Mineração Ltda - RIO DA CONCEIÇÃO-TO
Nacal Calcário Agrícola - NATIVIDADE-TO
O site de VEJA visitou a região do Mapitoba para entender como o desenvolvimento avança a despeito de fronteiras entre estados e regiões que impõem custos aos empreendedores A mais nova e promissora fronteira agrícola brasileira, responsável por 8% da produção nacional de grãos, é um exemplo de como um modo antigo de pensar o Brasil serve de entrave para que toda uma região atinja ao máximo seu potencial econômico. A imensa área visitada pelo site de VEJA, conhecida por Mapitoba, abrange bolsões de prosperidade, baseados no agronegócio, que se espalham pelo sul do Maranhão e Piauí, o oeste baiano e o norte de Tocantins. Por lá, ao lado de plantações de grãos mecanizadas e altamente produtivas, encontram-se cidades que crescem desordenadamente e sem infraestrutura adequada, estradas esburacadas, e outras deficiências. Menos como consequência da súbita pujança econômica, o quadro contraditório decorre, principalmente, da incapacidade do país de resolver os problemas comuns de regiões cujo crescimento não obedece a fronteiras (veja quadro). Em vez de se unirem em torno de soluções que beneficiem vastos territórios, os governantes de cada estado perpetuam a antiga fórmula de fazer política que se pauta exclusivamente pelos interesses locais – com frequência, os puramente eleitoreiros. Por esta visão, o estado ao lado, longe de ser parceiro no desenvolvimento, é visto como um concorrente. As fronteiras, longe de ser apenas divisões administrativas, indicam onde termina o espaço de um grupo político e onde começa o do outro. As verdadeiras regiões – O recorte geográfico oferecido por Matopiba – reconhecido, inclusive, pelo Ministério da Agricultura – ilustra a verdadeira regionalização brasileira. “Uma análise mais aprofundada do mapa do Brasil sugere regiões que hoje a divisão político-administrativa original não alcança”, explica Antônio Carlos Galvão, coordenador de um trabalho, feito em 2008 pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), que propõe um Brasil dividido em vários centros econômicos. O conjunto das políticas públicas não acompanha a velocidade das mudanças impostas pela economia, resultando em ações isoladas e desarticuladas. Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada no ano passado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). O estudo apontou que, embora haja no Brasil o reconhecimento de algumas autoridades da necessidade de uma agenda regional, esta ainda é ampla demais e descoordenada, com várias iniciativas sobrepostas, desentrosadas e concorrentes. Custo político – Na raiz do problema, estão interesses nada nobres. Nos estados, o que, em geral, rege as políticas públicas para o desenvolvimento é o voto. Por essa lógica, passada a fronteira, o problema é alheio. “São brigas provincianas. Se extrapolarmos um pouco, vamos ver que é a mesma razão do fracasso do Mercosul, onde cada um quer tirar vantagem para si, em vez de pensar em política comum”, avalia Luís Felipe D’Ávila, presidente do Centro de Liderança Pública. Enquanto isso não se resolve, quem sofre com a inércia do poder público são os produtores, bem como a população local. A história do agricultor Altair Branco é um exemplo disso. O baixo preço das terras do cerrado nordestino, banhadas por chuvas regulares, chamou sua atenção ainda na década de 80 para a região do Mapitoba. Atraído pela possibilidade de expandir a lavoura de soja, Altair vendeu casa e carro no Mato Grosso do Sul, onde era arrendatário, e comprou três mil hectares em São Miguel da Baixa Grande, no Piauí, em 1989. A região começava a despertar para a agricultura mecanizada de larga escala, depois que os vizinhos Maranhão e Bahia já haviam comprovado o potencial daquelas terras. Depois do Piauí, o Tocantins, mais recentemente, tem visto avançar o cultivo de grãos. Hoje, além dos primeiros agricultores, já estão instaladas ali agroindústrias, como as multinacionais Bunge e Cargill. O problema é que, embora o agronegócio tenha emprestado dinamismo à região há 30 anos, a implantação da infraestrutura necessária para impulsionar de vez a economia local ainda caminha a passos lentos. O agricultor relata que, até hoje, muitas fazendas no estado funcionam com geradores de energia, pois não há linhas de transmissão. Em alguns lugares, acrescenta Branco, a pavimentação e manutenção de estradas fica a cargo do setor privado – e não é por modelo de concessão. Por fim, ele lamenta que a região desenvolve-se de forma muito desigual, ao sabor dos interesses de cada governo estadual. “No Tocantins tem governo e no Piauí tem desgoverno”, diz ele. “Os governadores dos estados dessa região e suas bancadas precisam entender que estamos impondo uma incapacidade aos nossos produtores. Se quisermos transformar nossos estados em produtores viáveis, temos de nos integrar e trabalhar em conjunto”, diz a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Setor privado tenta reagir – Enquanto o poder público não se articula, o setor privado corre contra o tempo para evitar perdas maiores. Na região produtora de grãos em torno do município de Luis Eduardo Magalhães (BA), a Associação de Produtores e Irrigantes da Bahia (Aiba) capitaneia um projeto de pavimentação de oito estradas vicinais para facilitar o escoamento da produção das fazendas. O projeto, orçado em 4,067 milhões de reais, terá seu custo rachado entre os fazendeiros (50%) e o governo estadual (50%). Onde não existe tamanho engajamento do setor privado, o desenvolvimento fica à mercê dos interesses políticos na atividade e na região. O Maranhão, cuja produção de grãos concentra-se na cidade de Balsas, ilustra bem o problema. O porto de Itaqui, que fica no estado e é utilizado pelos produtores de Balsas – e também pelos do Tocantins, Mato Grosso e Piauí – para exportar a safra, não recebe investimentos há 18 anos e ainda não tem um terminal de grãos. A saída é de fazer uso de um terminal privativo da Vale, mediante pagamento. Os produtores reclamam que bastaria o governo abrir licitação para a construção do tão sonhado terminal e o problema, em poucos anos, se resolveria. “A viabilização da obra está na sola do sapato dos governantes do Maranhão, mas eles não a liberam porque não terão nenhum ganho com isso”, afirma um produtor. Governo federal precisa contribuir – Na visão de Márcia Damo, ex-titular da Secretaria de Programas Regionais do Ministério da Integração Nacional, o Brasil só se desenvolverá de forma harmônica se o governo federal assumir um papel de articulador. A solução passa pela cooperação entre os estados e a interiorização das universidades e escolas técnicas – isto porque o modelo atual de ensino privilegia as grandes cidades e capitais, enquanto regiões promissoras do interior do país sofrem com a escassez de mão-de-obra qualificada. O Ministério da Integração possui, em tese, todas as ferramentas para coordenar as políticas de desenvolvimento regional. Elas estariam reunidas num projeto chamado Promeso, o Programa de Promoção da Sustentabilidade de Espaços Sub-Regionais. Falta, contudo, o essencial: dinheiro. O orçamento do Promeso está vinculado a um fundo que seria criado só com a aprovação das propostas de emenda à Constituição (PECs) da reforma tributária – umas das reformas mais complicadas de ser posta em prática – que estão paradas no Congresso. Em 2011, a previsão inicial é que o programa seria tocado com uma verba de apenas 673 milhões de reais, dos quais 95% vieram de emendas parlamentares. Com o corte de 50 bilhões de reais no Orçamento deste ano, há sérias dúvidas de que o projeto será executado. Enquanto o governo federal se arrasta, os especialistas depositam nos prefeitos as maiores esperanças de haver avanços. “A pressão tem de vir da base. Os prefeitos têm mais disposição de negociar que os governadores”, diz D’Ávila. Quanto mais se sobe na escala política, mais difícil e distante fica o resultado, acrescenta.
Região em Alta Valorização
MARANHÃO – PIAUÍ – TOCANTINS - BAHIA
MAPITOBA
Considerada a região que mais cresce no Brasil, os Cerrados do Piauí, Bahia, Tocantins e Maranhão representam atualmente uma das melhores opções de investimentos no setor agrícola para investidores locais e estrangeiros. Localizado dentro da Mapitoba, zona de cerrado formado por Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, a região desponta como uma das maiores potências do agronegócio.
O fato de ser uma das áreas com maior disponibilidade de terras no país e média de preços 40% inferior à do cerrado do Centro-Oeste, suas terras e clima propício para as culturas de soja, cana, milho, feijão, arroz, culturas de biodiesel, pecuária, reflorestamento entre outras, vem atraindo investidores de todas as partes do mundo, formando cidades com ótima estrutura de apoio.
Outro ponto que atrai os investidores para a região é a política ambiental. A legislação brasileira exige que os fazendeiros reservem 30% no Piauí , 20% Bahia, 35% Maranhão e Tocantins da propriedade para fins de conservação, bem menos do que na Amazônia onde a exigência de reserva é de 80%.
É hoje um dos mais importantes pólos do agronegócio do Brasil. Esse desenvolvimento no estado tem acontecido principalmente em função de fatores como: terras com recordes de produtividade; preço baixo do hectare, em comparação a outros estados produtores de grãos; chuvas estáveis; além de possuir um dos maiores lençóis freáticos do mundo.
Atualmente o Biodiesel retirado da mamona, da soja, do girassol, do Pinhão Manso (ótima produtividade) e até do dendê, com a vantagem de lançar menos poluentes pelas descargas dos veículos, pretende substituir parte do óleo diesel usado para mover caminhões e ônibus, e as terras do sul do Piauí têm se revelado aptas à cultura da mamona, zoneadas ao novo programa de energia alternativa do Brasil. Em Floriano, Piauí, já existe uma unidade, com capacidade instalada de produção de 44,5 mil m3. Depois do Protocolo de Kyoto, cada signatário procura reduzir sua emissão de poluentes no ar, para retardar o chamado efeito estufa da Terra. A Alemanha partiu na frente, seguida pela França, e Brasil com perspectivas excelentes de produção para atender não só ao mercado interno como externo.
Obs. : 1(Um) ha em média na região produz de 240/400 m3 de lenha/carvão.
Comparadas à outras regiões do país, as terras do sul do Piauí ainda estão relativamente baratas. Existem minas de calcário em Uruçui, Teresina, a distâncias que variam de 100 à
O Piauí apresenta um clima tipicamente tropical, com temperaturas médias elevadas, variando entre 18º (mínimas) e 39º C (máximas). A umidade relativa do ar oscila entre 60 e 84%.
Há duas estações do ano distintas nos cerrados: a estação seca e a estação chuvosa. As estações mudam de chuvosas para secas entre os meses de Abril a maio , e de seca para chuvosa entre os meses de fim de Outubro e Novembro.
O período chuvoso contribuiu para a formação de lavouras, onde destacam-se : o milho, a soja, o algodão, arroz, girassol e a mamona.
Principais vantagens:
1. Grande oferta de Terras
2. O período de cada safra é de +/-150 dias - Safra Anual
3. Os valores de venda saco soja são sempre cotados pela bolsa de Chicago (Chicago Board of Trade)
4. Valores em média 40% mais baratos do que os cerrados de outras regiões
5. Na região existem colheitas de 70 e 80 sacos por HA
6. Área de plantio é de 65% ( 35% para Reserva Legal )
7. Logística para escoamento da produção servida pela ferrovia Norte-Sul
Há um projeto (PAC ) em andamento ligando por ferrovia o município de ELISEU MARTINS - PI, ao Porto de Suape-PE , porto de Pecém-CE, para escoamento da produção de soja e outros produtos do Piauí – Maranhão e Pernambuco para exportação. Todo o nordeste será interligado por ferrovias.
O governo do Piauí vem dando todo incentivo ao desenvolvimento da região, levando em consideração a vocação e aos indiscutíveis potenciais naturais, onde a região sul produzirá, em pouco tempo, mais de 1.000.000 de toneladas de grãos, além de outras culturas que despontam, com perfeição, ao clima e às condições encontradas.
Economia e Incentivos
Há dez anos, as propriedades ocupadas no Piauí pela soja, representavam 13,6 mil hectares. Na última safra, a leguminosa ocupa 186,4 mil hectares.
Em produção, o espaço de uma década representou um crescimento de 20 vezes no tamanho da colheita, que deve chegar agora a meio milhão de toneladas (35% a mais que na safra anterior), segundo a Conab – Companhia Nacional de Abastecimento.
Os dados apresentados da região sul do Piauí revelam várias oportunidades de investimento, tanto no setor agrícola, produção de grãos quanto no setor pecuário, produção de bovinos para corte, entretanto a exploração de CULTURA DE SOJA, BIODIESEL, ALGODAO E OUTROS nos parecem as mais atraentes se enfocarmos:
1. As condições naturais altamente favoráveis a essas culturas com reflexos na produção e na produtividade;
2. Aa disponibilidade de áreas com grandes extensões que permitem a implantação de projetos com no mínimo
3. Toda uma infra-estrutura existente que permite a produção, o armazenamento, o beneficiamento de produção própria do empreendimento a ser edificado e até de terceiros;
4. Facilidades de comercialização e distribuição de produção, tanto para o mercado nacional quanto internacional;
5. Facilidades de acesso e embarque aos postos de Luis Correia no Piauí, Itaqui no Maranhão e até mesmo do Pecém no Ceará. Muitos outros fatores são indicadores dessa OPORTUNIDADE DO INVESTIMENTO, mas, sobretudo a RENTABILIDADE.
O mercado nordestino das grandes cidades é extremamente consumidor e haverá sempre o retorno das carretas com o frete de volta com adubos e fertilizantes. No caso do BIODIESEL, o retorno desse transporte poderá ser com metanol/etanol para a mistura dentro da usina.
Recursos da ordem de R$ 54 milhões destinam-se à concluir os projetos de rodovias, incluindo a estrada de Jerumenha à Uruçui , onde estão recuperando toda a parte de terra dos
O Governo Federal pretende gastar nas rodovias do Piauí e Bahia, através do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes, em torno de R$ 840 milhões.
A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) pretende triplicar o volume de investimentos no Piauí. Segundo informações do presidente da Companhia, Luiz Carlos Everton de Farias, em
Os recursos serão destinados as obras de infra-estrutura no Estado, construção de pontes, estradas, irrigação, reforma agrária e outras obras do setor que serão pulverizadas em todo o Estado, com o objetivo de complementar as atividades produtivas.
A implantação da ferrovia Transnordestina, consolidará o principal investimento em logística de transporte da região.
Neste caso, um dos projetos mais relevantes é a construção do trecho entre Eliseu Martins e Parnamirim, de
Também é importante a implantação do trecho da Transnordestina entre Petrolina e Parnamirim, de 255km de extensão e custo aproximado de US$ 180 milhões.
O diretor executivo do grupo Olho D'água ( Pernambuco) , Luiz Fernando de Melo, numa análise do setor sucroalcooleiro no Estado, revela os fatores que atraíram a empresa para esta região e anuncia projeções animadores na economia.
O mercado local tem condição de absorver nossa produção de açúcar e de álcool. O abastecimento do Ceará é feito pelo grupo Olho D'água, como também o do Maranhão. O futuro é a exportação, e os investimentos ultrapassam atualmente a ordem de R$ 45 milhões, o que representa um número maior de empregos, geração de renda e divisas para o Estado, além do fortalecimento da economia local.
A Bunge Alimentos se destaca como a maior oleaginosa da América Latina, Canadá e Europa com o seu parque industrial, no município de Uruçuí, a
O ramo de atividade da Bunge no Piauí é a industrialização e comercialização de cereais e sementes oleaginosas, seus derivados e sucedâneos. A matéria-prima principal de sua atividade no Sul do Estado é a soja, para extração do óleo e ração animal. Vários produtos com marcas importantes de óleo comestível e margarina vegetal têm esta multinacional como fornecedora.
A atuação da Bunge Ceval na região é vista pelo Governo do Piauí como essencial para o processo de desenvolvimento econômico dos cerrados. Os investimentos totais previstos e já alocados pela Bunge calculados em R$ 450 milhões, recursos que foram aplicados em três etapas, executadas até
A terceira e última etapa dos investimentos da Bunge se refere à implantação de uma fábrica de ração para a piscicultura. Hoje, a empresa processa 400 mil toneladas de soja por ano, mas, em
Incentivos Financeiros
Em entrevista, o secretário-geral da Jucepi, o sr. José Eduardo Pereira (21.04.2010) relatou que “No Piauí, 80% das empresas são do comércio e serviços. O Governo do Estado está trabalhando para abrir novas fronteiras, concedendo benefícios fiscais para atração de indústrias”.
O FNE-BNB é uma fonte de recursos de médio e longo prazos, executada a partir de programas de financiamento aos setores produtivos. Os empréstimos estão sujeitos ao pagamento de juros e encargos de atualização monetária, não podendo as taxas de juros serem superiores a 8% (oito por cento) ao ano. As atividades consideradas de relevante interesse para o desenvolvimento econômico e social da região podem ter redução de encargos financeiros.
Incentivos Fiscais
O Governo do Piauí oferece uma série de vantagens legais na forma de incentivos fiscais e de regime tributário diferenciado.
A Lei Estadual n° 4.859, de 27/08/96, que dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais, relativos ao ICMS, às empresas responsáveis por empreendimentos industriais ou agroindustriais prioritários para o Estado, em implantação, relocalização ou revitalização.
O prazo de investimento pode chegar a 12 anos, contados a partir do primeiro faturamento da empresa. As condições dos incentivos são as seguintes:
a. empreendimentos que fabriquem produto sem similar no Piauí: dispensa de 100% do ICMS devido nos primeiros 7 (sete) anos e dispensa de 70% por mais 03 (três) anos, se instalados na capital; dispensa de 100% do ICMS durante os 09 (nove) primeiros anos e de 70% por mais 03 (três) anos, se instalado no interior. Este incentivo é aplicado na saída de produtos fabricados; na aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos etc., que venham a compor o imobilizado do empreendimento. Aplica-se, também, no transporte vinculado à aquisição dos bens já mencionados;
b. empreendimentos que fabriquem produto com similar no Piauí: dispensa de 60% do ICMS devido nos primeiros 10 (dez) anos, se na capital, e 12 (doze) anos, se no interior. Os mesmos incentivos são aplicados na aquisição de maquinários e outros elementos de infra-estrutura da empresa, conforme item anterior;
c. nas hipóteses de revitalização e relocalização de estabelecimento o incentivo fiscal terá o prazo máximo de 06 (seis) anos e será correspondente à dispensa de 60% do ICMS apurado durante 05 (cinco) anos, se na capital e 06 (seis) anos se no interior.
Créditos
Existem muitas linhas de crédito disponíveis no Estado do Piauí, onde estão instaladas agências dos principais bancos privados do País e bancos governamentais de fomento, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Nordeste, Banco do Brasil S.A. e Banco do Estado do Piauí.
BNDES - Geralmente opera com crédito de longo prazo para empresas de médio e grande porte. As principais linhas de financiamento para o Nordeste estão relacionadas com: Indústria ; Comércio, Serviços e Informatização; e Programa Nordeste Competitivo (têxtil, confecções, pedras ornamentais, gipsita, horticultura irrigada).
Banco do Nordeste - Responsável por 27% das operações de crédito do Nordeste, oferece empréstimos de curto, médio e longo prazos com financiamentos a: Agropecuária; Agroindústria; Infra-Estrutura; Turismo; Comercio Interno; Exportações; Importações.
Os dados revelados pela SUDENE sobre a evolução do PIB nordestino são estimulantes para o Piauí. No período de
Em 1970, o PIB do Piauí, em termos absolutos, somente era maior que o de Sergipe. Hoje ainda é assim, muito embora passasse a ter variação positivas maiores que muitos Estados do Nordeste. As variações do PIB do Piauí foram maiores que as de Estados como a Bahia, Pernambuco, Alagoas e Paraíba e hoje é 23% maior que o de Sergipe, o último Estado no "ranking".
O Piauí tem tudo para tirar essa desvantagem e, no contexto nordestino, é um dos que mais crescem. A economia mal decolou e o Estado ainda dispõe de todos os elementos necessários, como: água em abundância, muita terra para irrigação e os cerrados pouco explorados.
As informações hoje dão conta de que o Piauí esta correndo mais rápido do que a maioria dos competidores regionais. O PIB "per capita" em 96 já representava 72% do PIB "per capita" do Nordeste. A continuar a atual tendência, o Piauí se equiparará à média do PIB "per capita" regional em 10 anos.
Todos esses atrativos geram grandes oportunidades de negócios na região, nossa missão é de oferecer os melhores negócios para investidores interessados neste setor.
MA.PI.TO.PA
Terreno e Vegetação
O panorama típico são os espaços sem fim e horizontes infinitos.A altitude acima do nível do mar varia entre os cerrados de 300 à
A vegetação nativa dominante é de arbustos de baixo-crescimento e árvores atrofiadas distribuídas irregularmente através das terras com relva. As árvores são raramente maiores que
Relevo
Ao sul do Piauí, sul do Maranhão e Oeste da Bahia, encontram-se as maiores altitudes da região, situadas em torno de
O rio Parnaíba e seus afluentes, que constituem a Bacia Hidrográfica do Parnaíba são considerados como parte da Bacia Hidrográfica do Nordeste.A Bacia do Parnaíba tem 342.988 km² dos quais 249.374 km² são piauienses.
Os municípios piauienses banhados pelo Parnaíba em seu alto curso são Gilbués, Santa Filomena, Ribeiro Gonçalves, Uruçuí, Antônio Almeida, Guadalupe e Jerumenha.
No sudoeste, sobre as chapadas de Sebastião Leal, Uruçuí, Ribeiro Gonçalves, Baixa Grande do Ribeiro, Antônio Almeida e Santa Filomena, no denominado coração dos Cerrados, começa a expandir-se no Piauí a maior fronteira agrícola brasileira. São milhares e milhares de hectares de terras anualmente incorporadas aos mecanismos nacionais e mundiais do "agribusiness", envolvendo principalmente a produção sustentada de soja.
Hidrografia
O Piauí, Maranhão e Oeste da Bahia são reconhecida mentes detentores de um volumoso manancial de água subterrânea. Entretanto, é que são registradas as maiores vazões, onde os poços podem apresentar volumes que aumentam proporcionalmente à maior profundidade. O poço Violeta, no Vale do Gurguéia-PI, é um típico exemplo: a uma profundidade de
Nas chapadas não há possibilidade de se perfurar poços artesianos jorrantes, pois nossas chapadas possuem altitudes médias de 600m. Por outro lado, poços artesianos não jorrantes atingem o mesmo lençol a uma profundidade média de 250m, com vazão satisfatória e água de excelente qualidade.
Os Estados do Piauí e Bahia caracterizam-se, como uma zona de transição, apresentando aspectos do semi-árido nordestino, da pré-Amazônia e do Planalto central do Brasil. Refletindo as condições de umidade das diversas zonas, as regiões ecológicas distribuem-se em faixas paralelas, com a caatinga arbórea e arbustiva predominando no sudeste, a floresta decidual no Baixo e Médio Parnaíba, cerrado e cerradão, no centro-leste e sudoeste e as formações pioneiras de restinga, mangue e aluvial campestre, na zona litorânea.
Nas paisagens vegetais, destacam-se os cocais, onde concentram 22 municípios no norte do Piauí, 11 no Ceará e 7 do Maranhão, com seus exemplares de babaçu, carnaúba, buriti, e tucum, encontrados na região da floresta decidual, nos vales úmidos e nas áreas alagadiças, sustentando a atividade extrativa de significativa importância para o Estado.
É caracterizada pela caatinga e pelos cerrados ou agrestes, que ocupam quase toda a área do Piauí e Bahia. Existem ainda, regiões de mata densa e de cocais, onde predominam as palmeiras babaçu e carnaúba.
Solos
Os solos do Cerrado estão entre os mais velhos solos do mundo e têm extremamente baixa fertilidade natural. Normalmente têm baixos níveis de pH e alta saturação de alumínio, são deficientes em fósforo, carbonato de potássio e traços minerais (veja as análises de solo em anexo). Contudo, são extremamente profundos e permeáveis, com excelentes características físicas, e excepcionalmente adequados à agricultura mecanizada quando trabalhados sob ampla escala de condições de umidade.
Os solos dos cerrados exigem modificações extensivas para produção viável de produtos agrícolas. Calcário, fósforo, potássio e traços de elementos devem ser aplicados para corrigir o pH baixo, a saturação de alumínio, e as macro e as micro deficiências de nutrientes.
Formar um solo fértil leva tempo; a produtividade muito alta pode ser alcançada, mas somente depois de um, dois ou mais anos de colheitas.
Do ponto de vista estritamente agrícola, os solos piauienses podem ser classificados nos seguintes grupos:
Latossolos : Solos de textura média, planos, profundos, bem drenados com excepcionais condições para motomecanização porque são fáceis de serem trabalhados, em função da textura média e ausência de pedregosidade, corrigíveis com a aplicação de calcário e fertilizante. Ocupam cerca de 41,8% da superfície estadual e se estendem de norte a sul em grandes faixas contínuas ou não.
Podzolicos : Estão associados aos Latos solos e Solos Litólicos, principalmente, referem-se à topografia, às vezes movimentada, mas oferecem excelentes condições para o uso com agricultura racionalizada.
Aluviões : Situados ao longo dos rios e riachos por quase 5 mil quilômetros de extensão, são encontrados ao lado dos rios Parnaíba, (o principal), do Gurguéia, Longa, Poti, Piauí e Canindé. Localizam-se os principais perímetros irrigados do Nordeste, e a vantagem desses solos refere-se principalmente aos elevados níveis de fertilidade natural.
Areias Quartzosas : Abundantemente distribuído pelas regiões do Estado, com 7,3% dos solos estaduais, constituído pelas Areia Quartzosas. Planos, contínuos e profundos, são excelentes para a produção frutífera, principalmente aquelas culturas pouco tolerantes a excessos de água, além de culturas anuais que exigem solos bem arejados.
- ÍNDICE PLUVIOMETRICO ACIMA DE 2.200 MM/ANO.
- PERTO CALCARIO DOLOMITICO DA LAGOA DA CONFUSAO.
- PERTO DA FAZENDA DO GRUPO MAGGI -PROJETO DE CHEGAR A 50.000 HA DE SOJA.
- REGIAO EXCELENTE PARA SAFRINHA.
- CAPITAL PALMAS APROX 150 KM DE ASFALTO.
- MEDIDA ALQUEIRÃO GOIANO = 4,84 HECTARES
14 - FAZENDA COM AREA TOTAL 2300 ALQ. ABERTOS EM PASTO 1800 ALQ. RIO CAIAPÓ, CURRAL, CASA EXCELENTE, LUZ, TODA DIVIDIDA, TODA CERCADA. PREÇO R$ 25.000,00 O ALQ.
LUZ, TODA DIVIDIDA, TODA CERCADA. FICA DIVIDINDO COM A CIDADE DE MARIANOPOLIS. PREÇO R$ 20.000,00 O ALQ COM PRAZO.
Faz. com 25.000 ha, 75km de Pedro Afonso via BR-235 (estrada boa). Toda em cerrado campina, muito facil de desmatar. Terra para Soja e Reflorestamento. Logistica; Bunge, Cargil, Calcario, Ferrovia Norte Sul, Rio Tocantins, BR-153 e etc. Tem dois grandes Rios Perdido e Rio Preto, grande potencial para irrigação. Terra plana 270mts. Solos latossolos, cambissolos concrecionários, areais quartzosas com argila 13 a 18%. Reserva legal 35%. Chuvas 1700mm/ano. Aproveitamento mecanizavel 70%. *Fazendas vizinhas com lavouras de soja com ótima produtividade. São 04 modulos sendo; 2.000 Alq / 1.300 Alq / 1.400 Alq / 600 Alq ; todos devidamente registrados em cartorio, faltando somente o Geo a ser combinado na venda com entrega no final da ultima parcela. Valor R$ 10 mil o Alq. Prazo de 2 anos Prox. na região de Mansinha temos mais 2.000 Alq por R$ 8 mil o Alq.
Distância de Palmas-TO: 241 km sendo 106 km de asfalto , 109 km de estrada encascalhada , 66 km do projeto da ENERMAR. Área total: 100.000 Hectares (várias fazendas formadoras) podendo ainda ser ampliada para mais de 120.000 hectares Proximo da Fazenda tem lavouras de soja e plantio de teka.
Tipo de solo: Latossolo vermelho, amarelo , franco arenoso
Topografia 80% plana e totalmente mecanizavel.
Tipo de vegetação: Cerrado médio leve e pesado, com boa variedade de madeira de lei.
Índice pluviométrico em torno de 1.700 a 1.800 mm.com chuvas bem distribuidas .
Rica em água, ficando as margens do rio prata, córrego garfo , e outras vertentes perenes .
Vocação apropriada para agricultura , reflorestamento, e pecuárea intensiva.
Obs: A fazenda tem plantio de variedades de eucalipto.
Energia: Rede celtins, na propriedade.
Documentação: 100% desempedida. Alguns modulos tem Georeferenciamento os demais Escrituradas Registradas no INCRA.
Todas com titulos do IDAGO - Instituto de Terras de Goiás que fez o registros destas terras no tempo de Goiás. Quer dizer o melhor documento que tem.
Valor: R$ 850,00 por hectare / R$ 4.114,00 por Alqueirão
01 - ÁREA TOTAL 2.150 HA ( 444 ALQ )
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02 - Fazenda perto de Pedro Afonso
Logistica invejável. Topografia excelente em local de chuva de 2.150mm/ano
03 - AREA TOTAL 823 HA ( 170 ALQ )
EM SOJA 523 ha
CASA GALPAO POÇO LUZ
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ = R$ 5.100.000,00
TEM DIVIDA NO BANCO DA AMAZONIA R$ 900.000,00
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04 - AREA TOTAL 890 HA ( 184 ALQ )
EM SOJA 170
CASA GALPAO POÇO LUZ
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ = R$ 5.520.000,00
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05 - AREA TOTAL 960 HA ( 199 ALQ )
EM SOJA 510 HA
CASA GALPAO POÇO LUZ
PREÇO 40 000 O ALQ. = R$ 7.960.000,00
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06 - AREA TOTAL 1 600 HA ( 330 ALQ )
EM SOJA 700
CASA GALPAO LUZ
PREÇO 40 000 REAIS O ALQ = R$ 13.200.000,00
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07 - AREA TOTAL 1.680 HA ( 347 ALQ )
EM SOJA 770 HA
CASA LUZ
PREÇO 35 000 REAIS O ALQ = R$ 12.145.000,00
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08 - AREA TOTAL 435 HA ( 90 ALQ )
EM SOJA 150
CASA LUZ
PREÇO 25 000 REAIS O ALQ = R$ 2.250.000,00
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09 - AREA TOTAL 3.000 HA ( 620 ALQ )
BRUTA
PREÇO 15 000 REAIS O ALQ = R$ 9.300.000,00
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10 - AREA TOTAL 212 HA ( 44 ALQ )
BRUTA
PREÇO 15 000 REAIS O ALQ = R$ 660.000,00
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11 - AREA TOTAL 1.000 HA ( 207 ALQ )
BRUTA
PREÇO 16 000 REAIS O ALQ = R$ 3.312.000,00
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12 - AREA TOTAL 2.000 HÁ ( 413 ALQ )
CASA POÇO LUZ GALPAO DE MAQUINAS
PREÇO 25 000 REAIS O ALQ = R$ 10.325.000,00
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13 - AREA TOTAL 2.000 HA ( 413 ALQ )
EM SOJA 1250
CASA POÇO LUZ
PREÇO 35 000 REAIS O ALQ = R$ 14.455.000,00
R$ 41.405.000,00
14 - AREA TOTAL 650 HA ( 135 ALQ )
EM SOJA 350
CASA GALPAO LUZ
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ = R$ 4.050.000,00
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15 - AREA TOTAL 1.800 HA ( 372 ALQ )
EM SOJA 1200 HA
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ. = R$ 11.160.000,00
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EM SOJA 650 HA
CASA GALPAO LUZ
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ = R$ 7.800.000,00
EM SOJA 600 HA
CASA GALPAO LUZ
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ = R$ 7.320.000,00
ABERTOS 450 HA
PREÇO 25 000 REAIS O ALQ = R$ 6.725.000,00
EM SOJA 65 %
CASA GALPAO LUZ
PREÇO 30 000 REAIS O ALQ = R$ 4.350.000,00
- LICENÇA PARA DESMATAMENTO PRONTA.
- 50 ALQ EM PASTO SUJO.
- RESERVA AVERBADA 35%
- TEOR DE ARGILA 20 - 30 %
- 16 KM AS MARGENS DO LAGO ENERPEIXE.
- POTENCIAL PARA COLOCAR PIVOT DE IRRIGAÇAO EM TODA AREA
- CORREGO SANTA CRUZ , REPRESADO PROPRIO PARA CAPTAÇAO DE AGUA
- SOMENTE UMA DIVISA SECA
- 03 DIVISAS CERCADAS POR AGUA, AUMENTANDO O POTENCIAL DE IRRIGAÇAO
- GEOREFERENCIADA E CERTIFICADA PELO INCRA.
- PREÇO PARA VENDA : R$ 2.800,00 por HÁ
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,braxcel-celulose-projeta-fabrica-de-r-41-bilhoes-no-tocantins-,852235,0.htm
Pedia R$ 15 mil o Alq. (aceito proposta).
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Valor R$ 16 mil o Alq. Oportunidade para venda rápida!
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2 casas sendo 1 casa de vaqueiro e 1 sede, 1 barracão para máquinas, posso artesiano com caixa d´agua de 10 mil litros, 18 divisas de pasto abastecimento com bomba elétrica, 4 remangas todos pastos com bebedor. Confinamento para 250 bois, curral com brete, embarcador, curralama, barracão para sementes, 2 córregos dentro da fazenda. 4 barragens. CAPACIDADE PARA 700 REIS. 100 alqueires capim mambaça, brachiaria, andropol. Documentação: RESERVA AVERBADA, TUDO EM DIAS
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70 KM DE PALMAS CAPITAL DO TOCANTINS, SENDO, 45 KM ASFALTO E 25 KM DE CHÃO. TO-347 ASFALTO PREVISTO JÁ EMPENHADO PELO GOVERNO NO ESTADO NO DERTINS. 20 ALQUEIRÕES DE PASTO FORMADO, LICENÇA PARA ABRIR TODO O RESTO, MENOS OS 35% DE RESERVA. TERRA PRETA E MUITA MADEIRA, BURITI, APTIDÃO PARA PLANTIO E PECUÁRIA. MUITA ÁGUA, COMPORTA PROJETO DE PISCICULTURA. Benfeitorias: casa sede com 3/4 sendo 1 suíte, sala, cozinha, área de serviço, toda varandada, gramado. Piscina adulta, piscina infantil, piso antiderrapante, salão de festas, com banheiro social, churrasqueira, balcão para churrasco, pia, forno de pizza. espaço gourmet com forno de pizza, balcão, área para TV. Sinal para celular, antena, aparelhos de ar condicionado. Casa de caseiro, casa de peão, toda cercada de arame liso. 1 (uma) escritura, georeferenciada, reserva averbada. Só R$ 15mil/Alq. (aceito até 50% em imoveis em Goiânia ou Palmas) Total: R$ 1.455.000,00
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Valor: R$ 2.800.000,00
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ÁREA PASTAGENS - 27.544 HA

